Estimulação Russa

Não havendo nenhuma semelhança com a corrente russa ou outros aparelhos já existente no mercado, sendo a maioria de baixa freqüência e apresentando pólos negativos e positivos que podem levar a efeitos ionizantes, como riscos de choques e queimaduras. Na década de 80, os cosmonautas russos da nave Mir voltaram com atrofia muscular devido à falta de gravidade. A partir daí, o Professor de medicina esportiva de Moscou, Yakov Kots, iniciou um estudo sobre o caso e apresentou este tipo de corrente como solução para este problema.

A técnica foi aperfeiçoada logo após chegar no Ocidente. A Corrente Russa é a tataravó da Estimulação Russa®, e muito embora esta corrente seja de média freqüência, tem um pulso senoidal e é fixa em 50 hz, não recrutando portanto, as fibras vermelhas nem as brancas, sendo incompetente para trabalhar a musculatura sadia com eficiência. A Estimulação Russa®, é uma técnica, não é ginástica passiva, pois o paciente participa ativamente do tratamento. Funciona porque respeita a fisiologia muscular e o seu metabolismo, trabalhando as: Fibras Vermelhas – responsável pela sustentação do corpo, chamadas antigravitárias. São fibras resistentes, oxidativas usadas em movimentos lentos e duradouros, como por exemplo maratona e esportes de resistências. Fibras Mistas – São fibras resistentes, porém nem tanto quanto as vermelhas e nem tão rápidas quanto as brancas.

Quando a pessoa faz ginástica de baixo impacto, recruta este tipo de fibra. Fibras Brancas – São fibras rápidas, anaeróbicas usadas em movimento de velocidade e explosão, responsáveis pela definição do corpo. É recrutada em esportes anaeróbicos como 100 metros rasos, prova de salto etc. As fibras brancas são as primeiras a serem atrofiadas. Após trinta anos de idade, sofrem atrofia natural e é por essa razão que a pessoa faz exercício e não obtem bons resultados, sem conseguir definir o corpo.A Estimulação Russa®, foi criada para preencher uma lacuna no tratamento estético onde várias técnicas como a plástica, tratavam a celulite, a gordura localizada e a flacidez da pele. Tudo isso porque não existia nenhum tratamento eficiente para combater a flacidez muscular: logo, ou a pessoa estava sentenciada a freqüentar uma academia de ginástica horas por dia, ou amargava a baixa estima pela flacidez difusa.

Hoje mais de quatrocentos médicos especialistas já utilizam esta técnica, baseados nestes protocolos com resultados altamente satisfatórios. É importante recomendar que o paciente procure atividade aeróbica, como a hidroginástica ou caminhada, para trabalhar também a função cardiorespiratória. O tratamento pode ser feito duas vezes por semana, e em trinta minutos se trabalha o corpo todo. Deve ser supervisionado por médicos ou fisioterapeutas, todos com devido treinamento.

É indicado no pós-parto e pós – emagrecimento, reeducação postural, pré e pós lipoaspiração, flacidez por desuso, enrijecimento da musculatura do abdômen, glúteos e pernas. Também é ideal para quem não tem tempo ou não quer fazer ginástica, é indolor e extremamente eficiente para o tratamento da flacidez e celulite.

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